(UFSCar-2000) Tu amarás outras mulheres E tu me esquecerás! É tão cruel, mas é a vida. E no entretanto Alguma coisa em ti pertence-me! Em mim alguma coisa és tu. O lado espiritual do nosso amor Nos marcou para sempre. Oh, vem em pensamento nos meus braços! Que eu te afeiçoe e acaricie... (Manuel Bandeira: A Vigília de Hero. In: O Ritmo Dissoluto. Poesia Completa e Prosa.2 ed. Rio de Janeiro: José Aguilar, 1967, p. 224.) Manuel Bandeira usa, no poema, os pronomes pessoais com muitas variações. O pronome pessoal de primeira pessoa do singular, por exemplo, está empregado na sua forma reta e nas formas oblíquas (eu, me, mim). O mesmo acontece com o pronome pessoal de
(UFSCar- 2000) Tu amars outras mulheres E tu me esquecers! to cruel, mas a vida. E no entretanto Alguma coisa em ti pertence-me! Em mim alguma coisa s tu. O lado espiritual do nosso amor Nos marcou para sempre. Oh, vem em pensamento nos meus braos! Que eu te afeioe e acaricie... (Manuel Bandeira: A Viglia de Hero. In: O ritmo dissoluto. Poesia completa e prosa. 2 ed. Rio de Janeiro: Jos Aguilar, 1967, p. 224.) Manuel Bandeira usa, no poema, os pronomes pessoais com muitas variaes. O pronome pessoal de primeira pessoa do singular, por exemplo, est empregado na sua forma reta e nas formas oblquas (eu, me, mim). O mesmo acontece com o pronome pessoal de