(Mackenzie - 2004)
“De aorcdo com uma pqsieusa de uma uinrvesiddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as lrteas de uma plravaa etãso, a úncia csoia iprotmatne é que a piremria e a úlmlia lrteas etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma ttaol bçguana que vcoê pdoe anida ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa lrtea isladoa, mas a plaravaa cmoo um tdoo.” Não, o trecho acima não foi publicado por descuido. Trata-se de uma brincadeira que está circulando na internet, mas que é baseada em princípios científicos: “O cérebro aplica um sistema de inferência nos processo de leitura. Esse sistema, chamado ‘sistema de preenchimento’, se baseia em pontos nodais ou relevantes, a partir dos quais o cérebro completa o que falta ou coloca as partes corretas nos seus devidos lugares”, explica o neurologista Benito Damasceno. Esse mecanismo não funciona apenas com a leitura: “Quando vemos apenas uma ponta de caneta, por exemplo, somos capazes de inferir que aquilo é uma caneta inteira”, diz Damasceno.
No trecho Quando vemos apenas uma ponta de caneta, por exemplo, somos capazes de inferir que aquilo é uma caneta inteira,
inteira tem função de complemento nominal e quantifica o predicado aquilo é uma caneta.
a última oração exerce a função de adjunto adnominal, sendo, portanto, classificada como oração adjetiva.
Quando introduz uma circunstância relativa à frequência e pode ser substituído por “Toda vez que”.
uma ponta de caneta e uma caneta inteira têm, no período, a mesma função sintática.
por exemplo introduz uma das possibilidades de interpretação da imagem da ponta de caneta mencionada na oração anterior